26 julho 2007

E TUDO TEM UM FIM - Um Trabalho Incompleto

NÃO VISLUMBRO O HORIZONTE
O horizonte ainda está longe. Não vislumbro nada de renovador, mas como em tudo na vida, há um começo e um fim e há que ter a coragem de dar lugar a outras ideias mais inovadoras que dêem continuidade a um trabalho começado com muito empenho, com a humildade de quem está para aprender com os mais velhos e os mais novos. Foi um trabalho que me ensinou a aprender, a diversificar os meus interesses e conhecimentos a respeitar o ambiente e, embora não fosse a minha área de formação, dedicar muita da minha aprendizagem aos temas abordados no projecto Eco-Escola.
Aprendi muito, foi muito gratificante. O entusiasmo dos mais jovens foi a melhor prenda.
A porta ficou aberta para dar continuidade ao projecto. Continuarei a dar o meu contributo, mas num momento em que no país e no mundo todos parece terem-se voltado, de repente, para a problemática ambiental, creio que será mais fácil dar-lhe continuidade.
É dever de cada um de nós contribuir para a transmissão da mensagem, para aconstrução de um mundo melhor, mais justo, mais pacífico e onde a escassez de recursos não continue a ser motivo de guerras mortíferas e inúteis. A Paz parece ser um tema globalizante.
Apresenta-se-me outro caminho, que provavelmente irá encontrar no percurso o mesmo tema, contudo novas aprendizagens são igualmente urgentes para mim e para os meus alunos. Estamos inseridos na União Europeia e o que constato é que a maior parte de nós nada sabe sobre o que é ser europeu. Comprometo-me a aprender e ajudar os meus alunos a seguirem-me no caminho. Cidadania em Portugal e em qualquer espaço, especialmente no espaço da UE, é uma prática necessária. Mas para exercer é necessário conhecer. A isso me proponho com todo o meu empenho. Assim consiga mobilizar colegas, alunos e as minhas faculdades, as quais, mesmo não sendo excelentes, me têm permitido uma auto-aprendizagem ao longo da vida.
A porta ficou aberta para quem quiser entrar. Tudo ficou em aberto. Nada está terminado, mas se nada for feito ficaremos onde estamos, longe de alcançarmos os objectivos propostos no Programa Eco-Escolas. Se formos realistas e quisermos acompanhar os novos tempos, não foi uma porta que ficou aberta. Foram muitas as portas que se abriram, assim haja vontade motivação e alento para diversificar as actividades que poderão dar uma incremento ao enriquecimento extracurricular da escola, partindo do princípio que ninguém se demitirá de, no próprio currículo, dar continuidade aos temas e fazer uma abordagem séria para que os nossos jovens possam ser verdadeiros cidadãos já hoje e também no futuro.
Um adeus não muito visível, pois não quero dizer adeus, quero apenas mostrar que estou cá, para quando precisarem, num ambiente quente q.b., mas passível de ser melhorado. Com o contributo de cada um conseguiremos um ambiente natural e social melhor.
Tenhamos a coragem de transformar a "crise" numa oportunidade.
Maria Teresa Correia Leite
Coordenadora do Projecto Eco-Escola 2006-2007


25 julho 2007

UTILIZAÇÃO DE LUZ SOLAR OU LÂMPADAS PARA TRANSFORMAR POLUENTES EM DIÓXIDO DE CARBONO E ÁGUA


Cientistas portugueses e espanhóis discutem combate à poluição das águas através da luz solar.

As tradicionais estações de tratamento poderão vir a ser substituidas.

O tratamento de poluentes através da luz solar, em substituição das tradicionais estações de tratamento (ETAR), é um dos temas em destaque nas II Jornadas Ibéricas de Fotoquímica, que decorrem de amanhã até sexta-feira em Faro, na Universidade do Algarve, e que contará com a participação de cerca de 130 especialistas, sobretudo portugueses e espanhóis, mas também de cientistas de outros países europeus e dos EUA.

Aquele processo de tratamento ambiental, com a designação de "catálise", já tem uma plataforma solar no concelho de Almeria, província espanhola da Andaluzia, encontra-se ainda em fase de desenvolvimento, disse à Lusa um dos organizadores das jornadas, José Paulo da Silva, da Universidade do Algarve. "O processo consiste em utilizar a luz, solar ou de lâmpadas, para transformar qualquer tipo de poluente em dióxido de carbono e água, moléculas que são inócuas para o ambiente", explicou.

O sistema, que pode substituir na íntegra as ETAR (que utilizam processos químicos tradicionais), implica a mineralização de líquidos sujos e a sua aplicação aos vários tipos de poluentes "depende do tipo de luz utilizada", sublinhou. A aplicação do sistema está a ser estudada em Portugal, mas na convenção não vão participar especialistas portugueses na matéria, embora esteja confirmada a presença de cientistas da central andaluza, a maior da Europa.

"Os fotoquímicos poderão vir a dar um grande contributo para a resolução desses problemas se forem capazes de desenvolver células solares competitivas e métodos fotoquímicos de eficientes de produção de oxigénio, para ajudar a minimizar os problemas energéticos e atenuar problemas ambientais gerados pelos combustíveis fósseis", disse.

Além da área ambiental, a fotoquímica, área da química que estuda as reacções produzidas pela luz, tem também aplicações em áreas como a medicina e a farmacologia. No que respeita à utilização da fotoquímica na área da medicina, estarão em discussão nas Jornadas temas como a utilização de moléculas fluorescentes que permitam novas imagens do interior do corpo humano, técnica actualmente em investigação.


Outro dos assuntos em debate entre os químicos que estarão na Universidade do Algarve será o uso do oxigénio singoleto para obter novos tipos de imagens de células ao microscópio. Segundo o mesmo especialista, a introdução de oxigénio singoleto numa célula e o posterior bombardeamento com determinado tipo de luz permite que a célula "responda" emitindo um novo tipo de luz, o que possibilita que a célula adquira uma nova dimensão.

As II Jornadas Ibéricas de Fotoquímica são organizadas pela Sociedade Portuguesa de Química e pelo Grupo de Fotoquímica da Real Sociedade Espanhola de Química.

24-07-07
Ciência Hoje

20 julho 2007

GLACIARES RETROCEDEM EM TODO O MUNDO


http://br.youtube.com/watch?v=EHRvECEngE0

Mensagem de AlGore



http://br.youtube.com/watch?v=IkbNykJTP6w

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS

SCE – Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios Implementação faseada finalmente em vigor a partir de amanhã De aplicação faseada, estruturada em três momentos diferentes, entra amanhã em vigor a primeira fase de implementação do tão aguardado Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios. Este sistema, consubstanciado a dois regulamentos já existentes que foram revistos para a sua implementação, os quais vigoram desde 3 de Julho do ano passado, atribui aos edifícios um Certificado de Eficiência Energética, muito semelhante à Etiqueta de Eficiência Energética que nos habituámos a ver nos electrodomésticos.

A novidade deste diploma Dec-Lei 78/2006 (SCE) - é a de garantir a aplicação destes dois regulamentos – RSECE (Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios) – Dec-Lei 79/2006, e o RCCTE (Regulamento das Características do Comportamento Térmico dos Edifícios) – Dec-Lei 78/2006.
Desde a entrada em vigor, a 3 de Julho passado, do RCCTE e do RSECE, a Quercus apurou, junto de cinco autarquias da zona da grande Lisboa que pouco ou nada mudou ao nível de licenciamento dos edifícios, esperando agora que o Sistema de Certificação Energética cumpra devidamente o seu papel.

A criação deste novo regulamento assenta na transposição da Directiva comunitária 2002/91/CE de 16 de Dezembro, que tem como objectivos:

- Aumentar a Eficiência Energética nos Edifícios, responsáveis por 40% dos consumos a nível Europeu - em Portugal representa cerca de 22%;
- Potenciar a melhoria da qualidade dos edifícios novos e dos já existentes;
- Reduzir a dependência externa de energia;
- Reduzir emissões de gases com efeito de estufa;
- Melhorar a informação junto da população.


A partir de agora o consumidor poderá ficar a saber quais as necessidades energéticas do seu espaço, se inserido num edifício igual ou superior a 1000m2 de área útil, sendo que a classe A será muito mais eficiente energeticamente do que a classe G. A eficiência energética desta etiqueta diz respeito ao comportamento térmico (necessidades energéticas de climatização) e qualidade do ar interior dos edifícios.
Para atribuição desta etiqueta foram formados peritos qualificados que avaliarão o projecto a montante e a jusante à conclusão da obra, os quais verificarão se os procedimentos obrigatórios na regulamentação foram cumpridos, após o que atribuirão o respectivo certificado.

O QUE OS REGULAMENTOS PREVÊEM

- Aplicação de painéis solares para produzir águas quentes sanitárias, quando a exposição solar for adequada;
- As pontes térmicas serão mais acauteladas, porém este sistema, não prevê a verificação durante a obra;
- A aplicação imprescindível de isolamento térmico, porém, este sistema, não prevê a verificação durante a obra;
- A aplicação de vidros duplos e caixilharias com ruptura de ponte térmica serão uma necessidade de fácil aplicação e cumprimento;
- O ar condicionado e caldeiras, quando necessários, passarão a ter uma inspecção periódica.



A Quercus espera que, embora ainda no seu início, este sistema possa contribuir para o cumprimento dos objectivos a que se propôs esta Directiva: a diminuição da dependência energética externa, a redução das emissões de gases com efeito de estufa, a melhoria da qualidade da construção e a melhoria da informação junto do consumidor.

E que venha a verificar-se o Slogan da sua campanha: Poupar energia para poupar Portugal!


DESDE A TRANSPOSIÇÃO DA DIRECTIVA

26 de Janeiro de 2006
– É transposta a Directiva 2002/91/CE, (que deveria ter ocorrido até 4 de Janeiro de 2006); tem por objectivo aumentar a eficiência energética nos edifícios. Os Estados Membros tiveram liberdade quase total na forma de a transpor.

4 de Abril de 2006 - O Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios foi publicado em Diário da República, transpondo parcialmente para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2002/91/CE. Ficando a faltar as medidas regulamentares necessárias à sua implementação. Este Sistema regula a aplicação dos Regulamentos aprovados a 26 de Janeiro pelo Conselho de Ministros, o Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios (RSECE) e o Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE).

3 de Julho de 2006
- Entram em vigor os Decreto–Lei 79/2006 – RSECE (Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios) e o Decreto-Lei 80/2006 – RCCTE (Regulamento das Características do Comportamento Térmico dos Edifícios). O Decreto-Lei 78/2006 – SCE (Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do ar nos Edifícios), só entrará em vigor por um período que pode ir de um a três anos a contar desta data.

01 de Julho de 2007 – Entra em vigor a 1ª fase de implementação do Decreto–Lei 78/2006 – SCE (Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios), que se refere a todos os edifícios novos com mais de 1000 m2.

O que acontecerá nos próximos anos:

01 de Julho de 2008 – Entra em vigor a 2ª fase de implementação do Decreto–Lei 78/2006 – SCE (Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios), que se refere a todos os edifícios novos com menos de 1000 m2.

01 de Janeiro de 2009 – Entra em vigor a 3ª fase de implementação do Decreto–Lei 78/2006 – SCE (Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios), que se refere a todos os edifícios existentes.

Lisboa, 30 de Junho de 2007

18 julho 2007

O OCEANÁRIO DE LISBOA ESTÁ DE PARABÉNS


A história da libertação da manta do Oceanário

Primeiro filme National Geographic

rodado em Portugal foi apresentado hoje


A Manta birostris é a maior raia existente, podendo atingir oito metros e 1.500 quilos
O primeiro documentário do canal National Geographic inteiramente filmado em Portugal,
hoje apresentado em Lisboa, retrata os bastidores do Oceanário e a história da libertação de
uma manta, numa operação pioneira a nível mundial. O documentário "A Criar Natureza: Oceanário de Lisboa" mostra, sob uma perspectiva arquitectónica, de engenharia e biológica,
de que forma se cria a natureza artificial que permite reproduzir os diferentes habitats
oceânicos num dos mais modernos aquários da Europa.


Além de mostrar como funciona esta estrutura, o documentário acompanha a par e passo o processo de libertação no oceano de uma Manta (Manta birostris) demasiado grande para permanecer no oceanário, numa operação que se revelou muito bem sucedida.

Em Novembro de 2002, o Oceanário de Lisboa tornou-se o único aquário público da Europa
e Estados Unidos a ter uma Manta na sua colecção animal. A Manta birostris é a maior raia existente, podendo atingir oito metros e 1.500 quilos. Capturado em águas algarvias, este espécime media, na altura, 1,6 metros.

A 12 de Abril deste ano, já com 3,5 metros, foi reintroduzido no seu habitat natural.
A operação realizou-se ao largo do cabo Espichel, local onde é conhecida a passagem desta espécie, e foi a primeira do género a nível mundial, envolvendo uma complexa logística de
meios e recursos.

O Oceanário de Lisboa optou pela restituição da Manta ao oceano por não ser possível
prever se um animal que pode atingir mais de sete metros se consegue adaptar às
condições deste aquário.

17-07-2007
Ciência Hoje

16 julho 2007

Aquecimento global provoca degelo nas montanha de Tianshan

Montanhas de Tianshan, 3.545 metros acima do nível do mar

Glaciares da China derretem a ritmo alarmante

Os glaciares do noroeste da China derreteram a um ritmo alarmante nos últimos 40 anos, diz hoje a imprensa estatal citando cientistas chineses, que culpam o aquecimento global pelo degelo. Um relatório da Academia Chinesa de Ciências (ACC), que a agência de notícias Nova China hoje publica, garante que os glaciares da província na província de Xinjiang diminuíram 20 por cento e as linhas de neve recuaram cerca de 60 metros desde 1964.



A temperatura interior dos glaciares de Xinjiang, 42 por cento do total existente no país, aumentou 10 por cento nas últimas duas décadas, indica o relatório. "O clima quente tem sido a maior causa para o recuo dos glaciares", disse Wang Feiting, investigador da Academia, citado pela Nova China.

"Como um computador, os glaciares gravam as alterações ecológicas, e o clima quente é a causa da diminuição nos glaciares", acrescentou Wang. De acordo com o investigador, o primeiro sinal de alarme surgiu em 1993, quando o maior glaciar de Xinjiang, localizado nas montanhas de Tianshan, 3.545 metros acima do nível do mar, se dividiu em dois.

Numa região árida, o degelo destes glaciares, que fornecem água para o resto do país e outras partes da Ásia, poderá provocar cheias, deslizamento de terras e falhas no fornecimento de água para os rios, adverte o relatório da ACC. No ano passado, o especialista Yao Tangdong alertou para o perigo de uma "catástrofe ecológica" no Tibete, com o derretimento até 2100 da maior parte dos glaciares da região dos Himalaias, caso não sejam tomadas medidas drásticas.

Os glaciares da região montanhosa do Tibete, apelidada de "tecto do mundo", derreteram a uma média de 131,4 quilómetros quadrados por ano nas últimas três décadas.

13-07-07 Ciência Hoje

14 julho 2007

Novo Ambiente

Foi mais ou menos a esta hora que ontem regressei para uma nova vida um novo ambiente, mais rico, mais emocional, mais, mais, mais...!
Quando retornei à margem sul, a travessia ao entardecer, bela como sempre, convida à reflexão. É tempo de mudar de ambiente, de horizonte, de modo de vida. Tenho vindo a enriquecer virtualmente a minha vida, fazendo e trabalhando gostando daquilo que tenho feito.
Chegou a altura de mudar o ambiente, ou seja, ele mudou naturalmente e o horizonte agora é outro, mais próximo, mais concreto. O enriquecimento da vida agora faz-se no dia a dia, de modo natural e palpável. Como tudo muda só pelo facto de haver mais um ser na terra. Estatisticamente mais um, familiarmente MAIS UM, AGORA O MAIS IMPORTANTE.
Mudei então de estatuto e de ambiente, ambos mais RICOS, mais emocionantes e que tornam cada vez mais ténues as preocupações corriqueiras que são agora insignificantes, meros acontecimentos do dia a dia.
A todos os que mudam de estatuto, como eu, a minha homenagem:

Disseram-me hoje na escola...

Que hoje era o teu dia, avó.

Corri para casa,

Fui ao mealheiro, não tinha dinheiro…

E lembrei-me do jardim!

Corri e fui às flores,

Que são meus amores,

Criados para ti!

Colhi uma…

Dei-lhe um beijinho.

E agora:

Tens a prenda,

Tens-me a mim,

E tens o Amor

Que é a flor do jardim.

11 julho 2007

RODA VIVA


Roda Viva

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

Chico Buarque

Uma homenagem a todos os que andam na roda-gigante, rodando como um pião e que não deram conta que o tempo rodou num instante. Remando contra a corrente, na volta do barco é que sente, faz tempo que a gente cultiva, a mais linda roseira que há, mas ei que chega a roda-viva....e carrega a roseira pra lá.



TOP-TEN

Topten.pt


O TopTen é uma ferramenta de pesquisa on-line, que pretende orientar o consumidor na escolha de equipamentos que utilizamos no dia-a-dia que consomem energia desde electrodomésticos, a lâmpadas e automóveis. O critério de selecção fundamental é a eficiência energética dos mesmos. É também considerado o ciclo de vida dos produtos, os impactes na saúde, ambiente e o nível de qualidade dos mesmos.

Esta ferramenta pretende mostrar aos consumidores que têm um papel no combate às alterações climáticas, e que cada um pode fazer melhorar o seu desempenho ambiental. É também uma ferramenta de pressão junto dos fabricantes, para incentivar a melhoria contínua dos equipamentos fabricados.

O TopTen foi lançado na Suíça em 2000, em 2004 em França, e muitos outros países europeus já lançaram entretanto seu próprio TopTen: Áustria em 2005, Holanda, Bélgica, República Checa, Alemanha, Itália, Polónia e Finlândia em 2006, são exemplo disso. Hungria e Espanha serão os próximos sites Topten a serem lançados.

Em 2006 foi lançado o Euro Topten, para agregar os projectos Topten de todos os países europeus. Em Topten.info pode saber mais informações sobre o projecto e conhecer os melhores produtos disponíveis no mercado europeu.

Esta é também uma ferramenta independente de produtores e distribuidores, baseando-se em testes e análises de instituições imparciais, etiquetas e certificados oficiais (por exemplo, as Directivas Europeias para a eficiência energética dos electrodomésticos e lâmpadas).

www.topten.pt






09 julho 2007

GREEN PAPER Sobre adapatação às Alterações Climáticas na Europa


Adaptação às Alterações Climáticas

Portugal terá de andar depressa se não quiser perder recursos e dinheiro

A Comissão Europeia lançou esta semana para discussão um documento que propôs às várias instâncias Europeias, acerca de como nos podemos adaptar para enfrentar da melhor forma os efeitos das alterações climáticas. Trata-se do Green Paper sobre Adaptação às Alterações climáticas na Europa – Opções para a acção da UE, que ficará à discussão pública até Novembro.

Razões de preocupação global

A temperatura média global aumentou 0.7 °C e na Europa 0.95°C, acima dos níveis pré-industriais. Nas últimas três décadas as alterações climáticas tiveram já uma influência marcada em muitos sistemas físicos e biológicos em todo o mundo.

Água: Prevê-se uma redução acentuada do acesso à água potável segura. As áreas afectadas pela seca aumentarão e as populações sob pressão procurarão migrar para outras regiões, causando possíveis problemas de insegurança.

Ecossistemas e biodiversidade: cerca de 20-30% das espécies animais e vegetais conhecidos correm risco de extinção se o aumento de temperatura média global exceder 1.5 - 2.5°C.

Disponibilidade de alimento: Aumentará o risco da fome e o número de pessoas em risco poderá atingir centenas de milhões.

Zonas costeiras: o aumento do nível do mar ameaçará o delta do Nilo, o do Ganges/Brahmaputra, o do Mekong e deslocará mais de 1 milhão de pessoas em cada um até 2050. Os pequenos Estados costeiros já estão a ser afectados.

Saúde: haverá impactos directos e indirectos na saúde humana e animal. Os efeitos de eventos atmosféricos extremos e o aumento de doenças infecciosas estão entre os riscos mais importantes.


O que é a Adaptação

As acções de adaptação têm em vista lidar com um clima em mudança já no presente ou em antecipação ao futuro; as alterações podem significar aumento ou diminuição da precipitação, temperaturas mais altas, recursos de água mais escassos ou tempestades mais frequentes, etc. A adaptação visa reduzir o risco e os danos dos impactos prejudiciais actuais e futuros de forma eficiente em termos de custos, ou mesmo explorar benefícios potenciais. Os exemplos incluem usar a água mais eficientemente, adaptar os regulamentos aplicáveis aos edifícios às condições de clima futuras e a eventos atmosféricos extremos, levantar o nível dos diques, desenvolvimento de culturas agrícolas tolerantes à seca, selecção das espécies e práticas florestais menos vulneráveis às tempestades e fogos, planeamento do território e de corredores ecológicos que permitam a migração das espécies, etc. A adaptação pode abranger estratégias nacionais ou regionais, bem como aplicar-se ao nível de comunidade ou mesmo individual.


A Europa não será poupada. As áreas mais vulneráveis incluem Portugal

As áreas mais vulneráveis incluem o sul da Europa e toda a bacia do Mediterrâneo, devido ao efeito combinado entre o aumento de temperaturas e redução de precipitação em áreas que já enfrentam a escassez de água. Muitos sectores económicos dependem fortemente das condições climáticas e sentirão directamente as consequências das alterações climáticas nas suas actividades e negócios: agricultura, florestas, pescas, turismo de praia e de neve e saúde. As alterações climáticas afectarão por exemplo o sector energético e os consumos energéticos de várias formas. Em regiões onde a precipitação irá diminuir ou onde os Verões secos serão mais frequentes – como é o caso de Portugal – o fluxo de água necessário à produção de energia hidroeléctrica, ou ao arrefecimento dos reactores nucleares – no caso de Espanha - ficará bastante reduzido. O risco de quebras de fornecimento eléctrico irá também aumentar, pela maior procura de ar condicionado.


Necessário investir para poupar maiores custos no futuro

Segundo os especialistas, a Adaptação pode reduzir custos, mas as forças de mercado não serão suficientes para liderar uma adaptação suficiente. São necessárias políticas adequadas. As estimativas preliminares prevêem que no sector da construção dos países da OCDE, 1 a 10% do investimento total seja gasto na adaptação das infra-estruturas e edifícios às alterações climáticas, Isso no caso de o aumento ser de 3-4ºC. Mas se as temperaturas chegarem a subir 5-6ºC os custos aumentarão em flecha…Porém se não houver medidas de adaptação, os custos da subida do nível do mar por exemplo, poderão ser quatro vezes superiores do que os custos em criar defesas a inundações. Sem acção, os custos de danos irão aumentar abruptamente de 2020 a 2080.


Partir para a acção tão cedo quanto possível…

A Comissão propôs uma acção em várias frentes, destacando a necessidade de actuar tão cedo quanto possível. Isso inclui um esforço de entrosamento no sentido de integrar a adaptação quer na criação quer na alteração da legislação e políticas diversas; integrar a adaptação em programas de financiamento comunitário; desenvolver novas respostas políticas.


…Mas não numa óptica de “conserto rápido”

Na opinião da Confederação Europeia das ONGs de Ambiente (EEB), apesar de acolher como muito positivo este Greenpaper, alertou que é necessário cuidado para não enveredar por soluções do género “conserto rápido”. É necessária uma abordagem holística para proteger os mecanismos naturais que sustentam os nossos ecossistemas. As soluções técnicas que podem resolver problemas a curto prazo num sector, podem aumentar os danos noutras áreas. Por exemplo, os rios que se recarregam pela água da chuva estão a tornar-se menos adequados para a navegação em períodos cada mais longos todos os anos. Uma reacção que já sucedeu foi fazer alterações de fundo a leitos de rio para assegurar níveis de água suficientes. O efeito colateral é que as funções ecológicas do rio poderão ser destruídas e se vier a haver precipitação em excesso, isso pode significar cheias muito mais severas.


Portugal: é preciso andar mais depressa

Neste contexto, e considerando que Portugal será um dos países mais afectados da Europa, a Quercus propõe que sejam alocados todos os recursos necessários à investigação e elaboração de modelos, que sejam revistos todos os planos de construção de grandes barragens, que seja incentivada a criação de planos de âmbito regional e local às alterações climáticas e que as alterações climáticas sejam ponderadas nos planos dos sectores mais vulneráveis, com destaque ao fornecimento de água, agricultura, conservação da Natureza e saúde. A Estratégia Nacional para as Alterações Climáticas refere que é “imperioso concentrar esforços de investigação (…) para o planeamento adequado das medidas de adaptação”. Outros países da Europa já estão a elaborar estratégias nacionais de Adaptação para várias áreas sectoriais, incluindo a protecção da biodiversidade, contendo inclusive recomendações à escala local. Portanto, convém que Portugal - que será mais afectado – ande depressa para evitar custos e perdas agravados no futuro.


Lisboa, 5 de Julho de 2007
________________________________________
Fontes:
- Brussels, 29.6.2007, COM(2007) 354 final. Green Paper From the Commission to the Council, the European Parliament, the European Economic and Social Committee and the Committee of the Regions: Adapting to climate change in Europe – options for EU action. {SEC(2007) 849}
- Comunicadod e Imprensa do EEB de 29/06/07: Big picture politics: Adapting to climate change means holistic thinking
- England Biodiversity Strategy- Towards adaptation to climate change. Final Report to Defra for contract CR0327. May 2007 (www.defra.gov.uk)
- http://www.defra.gov.uk/wildlife-countryside/resprog/
findings/ebs-climate-change.pdf


Ver aqui:

www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?
articleID=2069&categoryID=567

UMA FORMA HUMANA DE HABITAR O PLANETA



06 julho 2007

BERLENGA-LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE

Primeira fase do projecto para tornar a Ilha da Berlenga auto-sustentável arranca depois do Verão


O secretário de Estado do Ambiente anunciou hoje que a primeira fase do projecto para tornar a Ilha da Berlenga, Peniche, auto-sustentável, arranca depois do Verão com aspiração de ser modelo internacional. “A primeira fase, das energias renováveis, começa a partir do Verão, uma segunda fase sobre as águas residuais e os resíduos inicia-se daqui a um ano”, afirmou Humberto Rosa, após a assinatura da carta de compromisso pelos onze representantes dos parceiros envolvidos no projecto “Berlenga - Laboratório de Sustentabilidade".


Forte de S.Julião
Forte de S.Julião

Humberto Rosa disse ainda prever que o projecto esteja concluído num prazo de quatro anos. O projecto foi apresentando no Ministério pelo Presidente da Câmara de Peniche, António José Correia, Secretário de Estado para o Ambiente, Humberto Rosa, o Engenheiro Pita de Abreu, Administrador da EDP e o Embaixador dos Estados Unidos da América, Alfred Hoffman Jr., devido à presença da NASA no plano.

O projecto "Berlenga - Laboratório de Sustentabilidade" tem o objectivo de minimizar os danos do homem naquela reserva natural, criando para esse efeito infra-estruturas de geração de energia, produção de água potável e tratamento de águas residuais. Humberto Rosa salientou ainda o exemplo da parceria entre as empresas e entidades públicas no projecto, sublinhando o papel fundamental das autarquias neste processo.

Aprender com a Berlenga

O projecto foi elogiado pelo Embaixador norte-americano em Portugal, que sublinhou a importância das preocupações ambientais e a oportunidade dada ao seu país de "aprender com o trabalho realizado na Berlenga, para o poder aplicar em regiões semelhantes".

"As relações comerciais com Portugal estão cada vez mais fortes. A compra que a EDP realizou de uma empresa de energias renováveis americana do estado do Texas não só demonstra que estão na vanguarda deste sector, como reforça cada vez mais o nome de Portugal nos EUA. Esperamos aprender com o vosso exemplo", disse.

O administrador da EDP, Pita de Abreu, demonstrou o interesse da empresa em investir nestas energias e na promoção do desenvolvimento sustentável, afirmando ser “uma forma de criar valor económico". O projecto "Berlenga- laboratório de sustentabilidade" prevê um investimento de 2 milhões de euros, dos quais 120 mil euros são suportados pela Câmara Municipal de Peniche.


Não sei se as intenções irão corresponder à concretização do projecto, mas creio que será uma importante fonte de estudo, quer na aplicação das energias renováveis, quer na auto-sustentabilidade. Dadas as caracterìsticas da ilha fica um factor importante, penso eu, e que diz respeito à mobilidade sustentável. Porque não aplicar a mesma estratégia, com parcerias entre as autarquias e outras entidades , entre elas escolas e universidades, estabelecendo laboratórios de experimentação para obter a melhor estratégia, combinando a inovação com a tecnologia, fomentando nos jovens estudantes o empreendedorismo neste campo?

05 julho 2007

CONCURSO ECO-CÓDIGO

ENTETEGA DE PRÉMIOS AOS VENCEDORES DO CARTAZ ECO-CÓDIGO
HELENA E JOÃO
ENTREGA DE PRÉMIOS AOS VENCEDORES DO CONCURSO POSTAIS DE NATAL
INÊS, CÁTIA E MARIANA
EXPOSIÇÃO DE ALGUNS DOS ECO-CÓDIGOS


ECOCÓDIGO VENCEDOR
APRESENTAÇÃO DO DIA ECO-ESCOLA


ENTREGA DE UM DIPLOMA DE AGRADECIMENTO E MÉRITO À
PROFESSORA FÁTIMA BAIÃO
Mais um ano se passou e o Projecto terminou com as actividades realizadas no Dia Eco-Escola. Todo o salão Polivalente esteve enfeitado com os inúmeros cartazes Eco-Códigos, provenientes de quase todas as turmas da Escola.
Foram projectadas as apresentações vídeo que foram realizadas ao longo do ano de acordo com todas as actividades públicas ou em sala de aula.
Houve venda de manjericos e, mais uma vez a turma B do 6º ano e a sua professora de CIências da Natureza e Directora de Turma, estiveram em grande azáfama.
Foi simbólico, mas sentido, o agradecimento feito com a entrega de um diloma de mérito, justamente merecido pelo empenho e dedicação que sempre teve com este e outros projectos e muito especialmente com o Projeco Hortas Escolares.
Também a professora Carolina Graça recebeu o seu diploma de agradecimento pela disponibilidade e criatividade com que sempre nos presenteou, mostrando sempre aos seus alunos a importância deste projecto na preservação do ambiente.
E assim tem fim o tema deste blog dedicado, durante o ano lectivo, quase exclusivamente, às alterações climáticas.
Tal como o seu nome sugere está aberto a outras COISASETC. Ficará assim ao critério do/a futuro/a coordenador/a do Projecto a sua continuidade num âmbito mais alargado, de modo a poder incluir outras notícias e artigos que possam de qualquer modo servir para incrementar na comunidade escolar, e não só, os vários aspectos que nos podem dignificar como cidadãos informados. Irei certamente continuar a dar o meu contributo, agora noutro âmbito " A EUROPA NA ESCOLA", projecto que poderá e deverá manter uma estreita relação com a continuidade do Projecto Eco-Escola.
Como coordenadora a terminar funções, resta-me agradecer a todos os alunos e colegas e funcionários que com o seu trabalho ou palavras de encorajamento permitiram que a tarefa chegasse a bom porto.
É uma trabalho inacabado, como é óbvio, e não mais terá fim, se quisermos ter um local a que agora chamamos de condomínio Terra. Sejamos todos condóminos com regras e só assim manteremos o condomínio em bom estado.
Obrigada a todos.
Teresa Leite

DIA ECO-ESCOLA E SANTOS POPULARES



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No dia 19 de Junho teve lugar a última actividade realizada através do Projecto Eco-Escola 2006-2007. Celebrou-se o Dia Eco-Escola e os Santos Populares. O salão Polivalente esteve enfeitado com os Eco-Códigos realizados nas aulas de Estudo Acompanhado e/ou Área de Projecto, venderam-se manjericos semeados e criados na nossa escola, enfeitados com as flores de papel bem coloridas e as habituais quadras, desta vez dedicadas não só aos Santos Populares, mas também às boas práticas ambientais. Muito trabalho e dedicação se devem aos alunos da turma B do 6º ano e também às professoras que nas suas horas de permanência na sala de estudo dedicaram e incentivaram os alunos a colaborarem nesta actividade, as professoras Carolina Graça e Guilhermina Soares.
É justo salientar neste final de ano a persistência, o entusiasmos e a dedicação que a professora Fátima Baião dedicou muito especialmente à Horta Escolar, ao Concurso EDP e a todas as actividades que se foram integrando no Projecto Eco-Escola.
Como coordenadora, a terminar as minhas funções, agradeço em nome de toda a comunidade escolar e educativa, a quem se dirige este Projecto, toda a colaboração prestada ao longo deste ano, e muito particularmente aos alunos, principais intervenientes na sua concretização.
Permitam-me o justo realce da Turma B do 6º Ano e da sua professora de Ciências, Fátima Baião.
Terminado o Projecto neste ano resta-me apelar a todos os professores, que tenham em conta a grande importância deste Projecto, e que lhe dêem continuidade, de modo a permitir que os jovens adquiram as práticas que lhes vão permitir chegar a um ponto para o qual se espera ainda haver retorno.

Maria Teresa Correia Leite
Coordenadora do Projecto Eco-Escola
Montijo, 20 de Junho de 2007

Quercus, Geota, Liga para a Protecção da Natureza e Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente salientam a necessidade de definir «

Informação on-line

Associações propõem 10 testes ambientais à Presidência da UE
[2007-07-02]


Em comunicado, Quercus, Geota, Liga para a Protecção da Natureza e Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente salientam a necessidade de definir «objectivos ambiciosos» para proteger o meio ambiente.

A nível do Desenvolvimento Sustentável, as associações apontam a importância de acelerar a retirada de subsídios a empresas que prejudiquem o ambiente e defendem a criação de um Plano de Acção para o Consumo e Produção Sustentáveis, apoiando ainda a definição de metas no que diz respeito à eficiência energética e de recursos.

Para reforçar a luta contra as alterações climáticas, os ambientalistas reivindicam, entre outras medidas, uma redução efectiva das emissões no sector da aviação, propondo, para isso, que se sejam estabelecidos limites que imponham níveis de emissão 50 por cento inferiores aos registados entre 2004 e 2006.

Em matéria de qualidade do ar, as associações nacionais querem que a Comissão Europeia seja pressionada a apresentar «uma nova proposta ambiciosa de normas de emissão relativas à poluição» para camiões e autocarros e instam a UE a rejeitar algumas excepções previstas nas obrigações da indústria relativamente à Directiva de Prevenção e Controlo Integrados da Poluição.

Promover a redução e uso sustentável de pesticidas é outra das prioridades apontadas no comunicado, que propõe a introdução de penalizações ou taxas sobre o uso destes produtos e defende que seja alargada a extensão de solos destinados à agricultura biológica.

Tipo de Fonte: Informação on-line
+ Info: Diário Digital/Lusa