30 outubro 2007

Dia Mundial da Poupança: 31 de Outubro


Poupar Dinheiro e Poupar o Planeta

Dia Mundial da Poupança: 31 de Outubro

A Caixa convida os jovens dos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico de todo o país a entrar no passatempo “O Ciclo da Poupança”.

Trata-se de uma espécie de jogo da glória gigante em que, os jogadores avançam em direcção à meta se responderem acertadamente às perguntas que, nas áreas do Ambiente e da Economia, lhes vão sendo colocadas.

No Dia Mundial da Poupança, cerca de 100 Agências da Caixa, localizadas de Norte a Sul de Portugal e nas Regiões Autónomas, vão abrir as portas aos estudantes das escolas mais próximas, que, acompanhados pelos professores, podem entrar no “Ciclo da Poupança”.

Mas, para que todos possam participar nas comemorações do Dia Mundial da Poupança, a Caixa criou também uma versão do jogo on–line, num site criado especialmente para o efeito
www.cgd.pt/ciclodapoupanca. Os interessados podem participar no jogo de 31 de Outubro a 16 de Novembro.

O passatempo começa a partir do Dia Mundial da Poupança, mas o site já se encontra em funcionamento, podendo os jovens proceder, desde já, ao seu registo.

E como o grande objectivo é aprender como poupar dinheiro preservando os recursos naturais, os estudantes que visitarem o site encontram, todos os dias, dicas novas para aprenderem a poupar.

Mas o site tem muito mais... Os pequenos artistas podem fazer desenhos sobre o tema da poupança. Desenhos que ficam na “galeria do site”.

E para que os participantes no jogo se tornem verdadeiros e letrados fãs da poupança, a partir do dia 31 de Outubro, poderão participar as vezes que quiserem. Contará, apenas, o melhor resultado.

No final do passatempo, os três participantes melhor classificados serão premiados, cada um, com uma viagem para si e para os seus pais à Cidade das Ciências de La Villette, em Paris. Poderão, em alternativa, optar por receber um vale para aquisição de equipamento informático no valor de 1.250 euros. Também as escolas frequentadas pelos vencedores receberão, cada uma, um vale para equipamento informático de igual valor.

O site tem também disponível informação exclusiva para os professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico (acessível através de user), designadamente no formato de fichas temáticas, com informação nas áreas da literacia financeira e ambiental que lhes permitirá, se assim o entenderem, inserir a temática da poupança de recursos naturais/poupança financeira nas suas aulas.

Esta iniciativa enquadra-se na Responsabilidade Social da Caixa Geral de Depósitos, no âmbito da qual assumem particular relevância as áreas estratégicas do Ambiente e da Educação, designadamente a nível da sensibilização ambiental e da literacia financeira, e está incluída no projecto Caixa Carbono Zero 2010, que tem por objectivo contribuir para a melhoria do ambiente e para o desenvolvimento sustentável.

A Caixa Apoia.
O Planeta Agradece.

www.cgd.pt/ciclodapoupanca



Lançamento Nacional de 2008 - Ano Internacional do Planeta Terra

Lançamento Nacional de 2008 - Ano Internacional do Planeta Terra






O Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, acolhe a cerimónia de lançamento em Portugal do Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT) no próximo dia 10 de Novembro, Dia Mundial da Ciência ao Serviço da Paz e do Desenvolvimento. Proclamado pelas Nações Unidas, o Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT) está centrado em 2008, mas abarca o triénio 2007-2009, e insere-se na Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014), actualmente a decorrer.


O programa de actividades do AIPT em Portugal, que será apresentado no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, no dia 10 de Novembro, é coordenado pelo Comité Português para o AIPT, que tem o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

A cerimónia oficial está agendada para as 15 horas e conta com a presença de vários ministros e de diversas personalidades da sociedade portuguesa e de países da CPLP, para além de Eduardo de Mulder, Director Executivo do AIPT junto da UNESCO-IUGS, Corporação responsável pela implementação do AIPT a nível mundial. Será o ponto alto de um programa a decorrer ao longo de todo o dia no Pavilhão do Conhecimento, das 11h às 20h, particularmente desenhado para o grande público, que inclui seminários, workshops, exposições, música e actividades radicais, e conta com a participação de estudantes de todo o país e de todos os níveis de ensino.

Mais informações em:

www.progeo.pt/aipt

www.unesco.pt

www.esfs.org


20 outubro 2007

POR UM PORTUGAL VERDE - Uma acção promovida pela revista Visão

A protecção do ambiente é uma responsabilidade de todos nós. A VISÃO e o Continente uniram-se e vão plantar 1 milhão de carvalhos na Serra da Estrela e alargar este projecto aos centros urbanos. No dia 25 de Outubro compre a VISÃO VERDE - por cada revista vendida iremos plantar uma árvore.


«Portugal Verde» será o «chapéu» de uma série de iniciativas que a VISÃO vai desenvolver na área da responsabilidade ambiental. E temos já uma mão-cheia de grandes projectos para lhe comunicar.

A primeira acção, pontapé de saída de todas as outras iniciativas, será uma VISÃO Verde. Essa edição, a n.º 764, que estará na rua a 25 deste mês, será quase integralmente dedicada aos temas da defesa do ambiente e preservação da natureza. É uma edição que tencionamos repetir todos os anos, sempre com um carácter verdadeiramente excepcional e único. Desta vez, terá a particularidade de estar associada a uma acção inédita de plantação de árvores, no campo e nas cidades, desenvolvida em parceria com o Continente.

Ainda no âmbito da parceria Continente/VISÃO, e a reforçar a operação «1 VISÃO = 1 árvore», será lançado um projecto plurianual para o desenvolvimento de espaços verdes dentro das cidades. Este programa, com a designação HiperNatura, visa recuperar, recriar ou reequipar jardins públicos, limpar matas urbanas, tornando-as zonas utilizáveis pelos munícipes, e criar novas zonas de lazer ao ar livre para passeio, convívio ou prática de exercício físico de manutenção.

VISÃO 11 Out. 2007
www.visao.pt

Não é nosso intuito publicitar a revista Visão, no entanto não podemos deixar de referir esta acção que poderá vir a constituir um patamar de informação alargada sobre as questões ambientais, com acção directa sobre a paisagem natural, a plantação de árvores no campo e nas zonas urbanas.
É também de realçar a criação de um espaço de informação e debate, online, na página www.visao.pt, o qual constituirá certamente um valioso contributo para uma troca de ideias e informações de importância fundamental para uma área que necessita de intervenção prioritária e na a qual TODOS temos o dever cívico de participar.
As questões ambientais, especificamente as alterações climáticas e o reflorestamento são temas que é urgente conhecer e sobre os quais é necessário passar à acção, tendo em conta um país devastado por incêndios que ano após ano deixam o solo mais pobre e desprotegido, criando situações ambientais críticas que levarão anos a reparar.
É de aplaudir esta iniciativa da revista Visão.
Esperamos que outros agentes económicos, autarquias e organizações não governamentais sigam este exemplo.

12 outubro 2007

Prémo Nobel da Paz atribuída a AlGore e ao Painel Intergovernamental das Nações Unidas pelo trabalho sobre o Aquecimento Global


The chairman of the Norwegian Nobel Committee, Ole Danbolt Mjoes, in Oslo, Norway, announcing the winners today. The Nobel Peace Prize was awarded to Al Gore and to a United Nations panel for their work on global warming.

Photo: Daniel Sannum Lauten/Getty Images -- Agence France - Presse

Two Voices, One Message on Climate

By ANDREW C. REVKIN

Published: October 13, 2007

This year’s Nobel Peace Prize is being conferred for two starkly different ways of communicating about human-caused global warming.

The Intergovernmental Panel on Climate Change speaks in the measured voice of peer-reviewed science and government-negotiations. In four reports issued since 1990, it has always focused on the most noncontroversial findings. In 2001, for instance, it concluded, “There is new and stronger evidence that most of the warming observed over the last 50 years is attributable to human activities.”

The other awardee, former Vice President Al Gore, delivers brimstone-laden warnings of an unfolding “planetary emergency.” He has not shied from emphasizing the most emotionally potent, though least certain, consequences of warming, such as its link to hurricane intensity and the likely pace of sea-level rise.

Gary Yohe, an economist at Wesleyan University and a lead author of some of the climate panel’s reports in 2001 and this year, said he was thrilled to have climate elevated by the prize. But he said the focus on Mr. Gore as a personality and politician might distract from the strong consensus among researchers on the risks posed by unfettered greenhouse gas emissions.

“If the spectacular nature of his presentations and the personalities involved become the story instead of the science,” he said, “then it becomes counterproductive.”

But some scientists, historians and policy experts said yesterday that both messages — with all the imperfections attending each — seem necessary for a looming, planet-scale problem to get attention.

The Nobel “is honoring the science and the publicity, and they’re necessarily different,” said Spencer A. Weart, a science historian at the American Institute of Physics and author of The Discovery of Global Warming, a recent book charting climate research through the last century.

He added that both are essential because the science alone, laden with complexity and some unavoidable uncertainty, would never jog average citizens or most elected officials.

“The I.P.C.C. was set up to be the lowest common denominator, to weed out anything anyone could disagree with,” Dr. Weart said. “It was deliberately created, largely under the influence of Reagan administration, because governments didn’t want a bunch of self-appointed scientists from academies and so on out there. It’s no accident that it’s the Intergovernmental panel,” he said. “Even the Saudi government has to agree. That means that when the I.P.C.C. says you’re in trouble, you’re really in trouble.”

But if the profile of the climate issue had not been raised with the release of “An Inconvenient Truth,” the documentary on Mr. Gore’s climate work, the panel’s latest reports, released in three parts from February through April, would not have had nearly as much impact, some experts said.

Among those crediting Mr. Gore for elevating the climate issue — if differing from him dramatically on solutions — is the former House speaker Newt Gingrich. Mr. Gingrich is co-author of a new book, “A Contract With the Earth,” accepting that human-caused warming poses unacceptable risks and pushing, among other things, for the United States to aggressively develop non-polluting energy technologies.

“In a way, Vice President Gore, by raising the intensity of the issue, by talking about it, raised the challenge for those of us who think there’s an alternative to say, O.K., right emotions, wrong answer,” Mr. Gingrich said in an interview this week before the Nobel announcement. “But then we have an obligation to provide an answer.” He said he prefers incentives to boost energy research over Mr. Gore’s preference for a mandatory limit on gases, both nationally and globally.

Some longtime critics were less willing to give Mr. Gore credit. “I am delighted that Al Gore got a Peace Prize — which is NOT to be confused with a Nobel Prize for science,” S. Fred Singer, an atmospheric scientist and one of a small, vocal group of longtime skeptics of dangerous human-caused warming, said in an email.

Some scientists who have participated in the panel’s reviews and published climate studies for many years said the award reflected that the global community had, after two decades of cyclical attention — and rising emissions — absorbed that humans are pushing on the planet’s thermostat.

But several such experts said they remained concerned by a deep persistent split over what to do about it — between those, like Mr. Gingrich and President Bush, who prefer a focus on technological advances and those, like Mr. Gore, seeking a regulatory approach forcing cuts in emissions.

“It’s been a long slog,” said Michael Oppenheimer, an atmospheric scientist who has participated in the periodic climate assessments since the early days of the panel. “The award reminds us that expert advice can influence people and policy, that sometimes governments do listen to reason, and that the idea that reason can guide human action is very much alive, if not yet fully realized.”

Global Warming

On Feb. 2, 2007, the United Nations scientific panel studying climate change declared that the evidence of a warming trend is "unequivocal," and that human activity has "very likely" been the driving force in that change over the last 50 years. The last report by the group, the Intergovernmental Panel on Climate Change, in 2001, had found that humanity had "likely" played a role.

The addition of that single word "very" did more than reflect mounting scientific evidence that the release of carbon dioxide and other heat-trapping gases from smokestacks, tailpipes and burning forests has played a central role in raising the average surface temperature of the earth by more than 1 degree Fahrenheit since 1900. It also added new momentum to a debate that now seems centered less over whether humans are warming the planet, but instead over what to do about it. In recent months, business groups have banded together to make unprecedented calls for federal regulation of greenhouse gases. The subject had a red-carpet moment when former Vice President Al Gore's documentary, "An Inconvenient Truth," was awarded an Oscar; and the Supreme Court made its first global warming-related decision, ruling 5 to 4 that the Environmental Protection Agency had not justified its position that it was not authorized to regulate carbon dioxide.

Read More...

The greenhouse effect has been part of the earth's workings since its earliest days. Gases like carbon dioxide and methane allow sunlight to reach the earth, but prevent some of the resulting heat from radiating back out into space. Without the greenhouse effect, the planet would never have warmed enough to allow life to form. But as ever larger amounts of carbon dioxide have been released along with the development of industrial economies, the atmosphere has grown warmer at an accelerating rate: Since 1970, temperatures have gone up at nearly three times the average for the 20th century.

The latest report from the climate panel predicted that the global climate is likely to rise between 3.5 and 8 degrees Fahrenheit if the carbon dioxide concentration in the atmosphere reaches twice the level of 1750. By 2100, sea levels are likely to rise between 7 to 23 inches, it said, and the changes now underway will continue for centuries to come.


Albert Arnold Gore, Jr., the 45th vice president of the United States (serving two terms under Bill Clinton) is perhaps the political figure most closely associated with advocacy for environmental causes, and especially with making the case for action to control emissions of gases that scientists say are changing the earth's climate.

Mr. Gore's political career reached a climax in the bitter, months-long recount battle that ended in his narrow defeat by George W. Bush in the contested presidential election of 2000, which was settled by the Supreme Court's final ruling on Bush v. Gore. But his continuing work on the environment brought him renewed acclaim, particularly through the documentary film "An Inconvenient Truth," which won an Academy Award.

Long before the question of climate change was widely discussed, Mr. Gore took an interest in it as a member of the House of Representatives from Tennessee from 1977 to 1985, and subsequently as a Senator from 1985 to 1993. (His father, too, was a Representative and a Senator from Tennessee.)

Read More...

In his first book, "Earth in the Balance" (1992), he described the struggle over environmental damage as ''the central organizing principle of world civilization." And he called the spread of democratic government around the world "an essential prerequisite for saving the environment.''

He also is widely recognized for his early advocacy of making the new networking technologies of the Internet available to the general public. He is a member of the board of directors of Apple Inc. and is a senior adviser to Google Inc.

He is the cofounder and chairman of Generation Investment Management, and cofounder and chairman of Current TV.

After taking a magnanimous stance in defeat after a bitter fight over the disputed Florida election results, Mr. Gore later became an outspoken and harsh critic of the Bush administration's policies, especially on the war in Iraq. And he retained substantial loyalty from Democratic partisans, including some who have urged him to run again in 2008, or who have sought to draft him as a candidate. He has demurred, but never flatly ruled out another run.

The New York Times, 12 de Outubro de 2007


Portugal e Brasil são os primeiros Condóminos da Terra



CONDOMÍNIO DA TERRA
Portugal e Brasil são os primeiros Condóminos da Terra
Atenta ao debate mundial em torno da preservação ambiental, a ONG portuguesa QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza lançou em Junho passado o projecto “Condomínio da Terra”, que propõe a gestão do planeta como um condomínio, onde as partes que são insusceptíveis de divisão, (Atmosfera e Hidrosfera e Biodiversidade) são encaradas como necessariamente comuns e que por isso, requerem uma gestão comum.
A proposta parte do principio de que os serviços prestados pelos ecossistemas beneficiam todos independentemente das fronteiras políticas, e estes serviços devem ser contabilizados e compensados por quem os afeta de forma negativa, garantindo assim a sustentabilidade da sua preservação, conciliando assim os sistemas jurídico, econômico e ambiental.

Neste sentido, a UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB, convidou o autor do Livro “CONDOMÍNIO DA TERRA – Das Alterações Climáticas a uma Nova Concepção Jurídica do Planeta”, e coordenador do projeto, Paulo Magalhães, a visitar o Brasil para apresentar o livro e o conceito.

Após uma quinzena de intensos contactos, em que participaram o Secretário Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), Juliano Matos, o Reitor da UNEB, Lourisvaldo Valentim, o Secretário do Meio Ambiente de Curitiba, António Andreguetto, a SPVS, Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem, Forum Baiano de Mudanças Climáticas e Biodiversidade, e a World Wacth Institut – WWI / Brasil, com a participação do Cônsul de Portugal, João Sabino Costa e acompanhamento por parte do embaixador Francisco Seixas da Costa, firmaram-se os compromissos de adesão ao projeto.

Em parceria com a SEMARH, a UNEB implementará um Centro de Investigação e Proteção Ambiental denominado “CONDOMÍNIO DA TERRA”, enquanto órgão institucional do Departamento de Educação / Campus VIII - Paulo Afonso, que terá como função principal a coordenação e desenvolvimento do projeto no Brasil.

Ficaram igualmente estabelecidos compromissos que vão possibilitar que 15 áreas de proteção do Brasil, vão integrar de início o lote de primeiros “Pequenos Condomínios da Terra” que são sítios de importância ambiental, onde os serviços que estes ecossistemas prestam são encarados de forma global, pois estão a cuidar de partes comuns do planeta. Assim, Biomas de relevância mundial como a Mata Atlântica, as Florestas de Araucária, a Caatinga, o Serrado, poderão juntar-se as 20 micro-reservas e projetos da QUERCUS em Portugal, dando assim início a uma rede que pretende apresentar-se como uma instituição que assume a tarefa de fomentar e preservar espaços e projetos que beneficiem e compensam o uso das partes comuns do planeta. A Cidade de Curitiba, considerada pela ONU como a cidade mais sustentável do planeta, será a primeira cidade Condômina da Terra.

Decidiu-se, também, que serão realizadas participações conjuntas já no próximo Congresso Mundial de Juristas, a realizar em Lisboa entre os dias 26 a 28 de Novembro (ver www.worldjurist.org) e na conferência de Bonn – Alemanha / COP 9, sobre Biodiversidade, em Maio de 2008. Está-se a estudar a possibilidade de uma participação conjunta em Bali, ainda em Dezembro de 2007.

Prevê-se igualmente a realização, num espaço de seis meses, de uma conferência internacional no Brasil sobre o “CONDOMÍNIO DA TERRA”, no âmbito das comemorações, 2008 - Ano Internacional da Terra
http://www.earth-condominium.com/intro.html

In Boletim electrónico da Quercus, nº 78