28 março 2007

O Papel da União Europeia na Política Ambiental Portuguesa - QUERCUS


Parabéns, Europa – 50º aniversário do Tratado de Roma
Sem ti, o que seria do ambiente em Portugal?
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, no dia em se comemora o 50º aniversário do Tratado de Roma, aproveita para fazer um pequeno balanço do papel da União Europeia na política ambiental portuguesa.
Legislação e financiamento europeus têm sido pilares da política ambiental portuguesa

A legislação ambiental em Portugal desde a adesão á União Europeia é uma consequência directa dos objectivos da Comunidade em assegurar um desenvolvimento mais sustentável dos seus Estados-Membros e tem sido uma das tarefas mais difíceis de cumprimento pelo nosso país.
A qualidade do ar que respiramos, a água que bebemos e a protecção de forma mais global dos recursos hídricos, a reciclagem que fazemos dos resíduos, o usufruto de áreas naturais e da biodiversidade a elas associada em cerca de 20% do território, são resultado directo de legislação europeia a que se acrescenta outra ligada a temáticas transversais como as metas de energias renováveis ou a certificação ambiental.
Um dos principais domínios ambientais em que Portugal recebeu financiamento da União Europeia foi o da água, área que ainda apresenta inúmeras fragilidades e atrasos no assegurar de drenagem e tratamento adequado de águas residuais em inúmeros aglomerados.
Em Portugal rara é a Directiva Europeia que é transposta para a legislação nacional dentro do prazo. Seguem-se, em alguns casos, erros na transposição e depois, uma das principais falhas, a incapacidade de aplicar ou respeitar o conteúdo definido na legislação europeia. Não admira assim que a Comissão Europeia tenha vindo a promover vários processos contra o nosso país, nomeadamente no que respeita aos procedimentos de avaliação de impacte ambiental, conservação da natureza em particular pugnando pelo respeito da integridade da Rede Natura, à falta de tratamento de águas residuais, reciclagem de resíduos, ou mesmo na qualidade do ar. Portugal já perdeu vários processos, com consequências financeiras directas ou indirectas para o país, como recentemente foi o caso de um troço na AE Sul na zona de Castro Verde.
Um dos aspectos mais relevantes prende-se com a capacidade complementar de acção junto do Tribunal Europeu de Justiça quando a actuação do Estado-Membro não cumpre a legislação em vigor, Outro aspecto relevante é a presença, quer em cada uma das peças legislativas, quer em Directivas próprias, da necessidade de assegurar a informação e a participação dos cidadãos na área do ambiente.

O lado negativo dos financiamentos – estradas e agricultura

Se por um lado a recuperação ambiental a diversos níveis só foi possível pela elevada comparticipação de fundos da União Europeia, tal foi e tem sido motivo de conflitos entre algumas infra-estruturas construídas e a preservação do ambiente. Em Portugal, os principais problemas podem ser identificados na aplicação do Fundo de Coesão, destinado até agora às áreas dos transportes e ambiente, bem como nos fundos para a área da agricultura. No primeiro caso o respeito na divisão equitativa entre as duas áreas (transportes e ambiente) não existiu com preferência para a construção de inúmeras estradas que aliás podem ser identificadas ainda como verdadeiras feridas na paisagem que deveriam ter sido evitadas, como é o caso do atravessamento do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Na área da agricultura, a mega-barragem de Alqueva onde os investimentos agrícolas de regadio intensivo merecem grandes dúvidas e ainda agora o Plano de Desenvolvimento Rural que não suporta devidamente a ligação à conservação da natureza na preservação da Rede Natura como seria desejável.

De acordo com um relatório ontem (24 de Março) publicado pela Agência Europeia de Ambiente, o sector dos transportes tem um impacte muito significativo na emissão de gases de efeito de estufa que contribuem para as alterações climáticas, poluição do ar e ruído, para além do impacte de determinadas infra-estruturas na conservação da natureza e paisagem. O sector dos transportes tem sido demasiado subsidiado e tem recebido pelo menos 250 a 290 mil milhões de Euros por ano, recebendo a área do transporte rodoviário cerca de 125 mil milhões, principalmente em infra-estruturas.

Ambiente, tema de pouca prioridade na União Europeia

O relevo que determinadas temáticas como as alterações climáticas e as energias renováveis têm recebido à escala europeia, nomeadamente no último conselho europeu que reuniu os primeiros-ministros dos 27 países, muitos dos objectivos amplamente publicitados têm ficado aquém do desejável, tendo sido complicados os processos de decisão numa Comissão Europeia onde o peso do ambiente é escasso face às áreas como a indústria e competitividade.
A Federação Europeia de Ambiente que congrega organizações não governamentais de ambiente de toda a Europa alerta precisamente para aspectos como a submissão da agenda europeia aos aspectos económicos relevantes da denominada Agenda de Lisboa em detrimento de uma filosofia abrangente de médio/longo prazo de desenvolvimento sustentável, no quadro da Agenda de Gotemburgo, onde a ponderação dos valores ambientais é relevante.

Lisboa, 25 de Março de 2007

24 março 2007

COMEMORAÇÃO DO DIA DA ÁRVORE E DA FLORESTA

Aspectos Gerais das actividades




Este ano sugerimos que na Escola se comemorasse simultâneamente, no dia 21 de Março, o Dia da Árvore e da Floresta, o Dia da Poesia e o Dia da Água. Esta proposta, vinda do Conselho Eco-Escola foi aceite pelos Órgãos Pedagógicos da Escola e foram muitos os trabalhos que apareceram, sinal de que a mensagem passou. Os conteúdos foram tratados nas áreas não disciplinares e na disciplina de Ciências da Natureza.
A Câmara Municipal do Montijo colaborou com a oferta de 30 sobreiros os quais foram plantados pelos alunos que voluntariamente se dispuseram a colaborar.
Quisemos com esta actividade criar a necessária ligação entre as árvores a água e as alterações climáticas, facilitando a criatividade para que ao mesmo tempo desenvolvessem as competências ligadas à escrita (prosa e poesia).
A exposição foi visitada por alunos e professores e a sua permanência na sala de estudo irá permitir que Pais e Encarregados de Educação tomem contacto com os trabalhos efectuados.
Agradecemos a todos quantos colaboraram e muito especialmente aos alunos que aderiram de forma positiva a esta actividade.
Seguem-se um trabalho realizado por uma das turmas do Projecto Eco-Escola e que esteve exposto também net data.

GRÁFICO REFERENTE ÀS EMISSÕES DE DIÓXIDO DE CARBONO (CO2), EM G/KM CORRESPONDENTES ÀS MARCAS DE AUTOMÓVEIS EXPOSTOS, CONFORME A ORDENAÇÃO INDICADA

(Indicações retiradas de revistas e anúncios publicdos)

Trabalho realizado pela turma D do 5º Ano sob a orientação do professor Luís Luizi

1- Citroen C1
2- Honda Civic Hibrid
3- Smart For Two
4- Smart Roadster
5- Smart Roadster Coupé
6- Chevrolet Matiz
7- Lancia Ypsilon
8- Fiat GrandePunto
9- Hyundai Starex
10- Peugeot 307
11- Alfa Romeo 156
12- Mitsubishi Grandis
13- Seat Altea XL
14- Seat Altea 1.9 TDI
15- BMW Série 3
16- Suzuki Grand Vitara
17- Seat 2.0 FSI Sport
18- Cadillac BLS
19- Mercedes SLK
20- Land-Rover
21- Alfa Romeo 159 1.9
22- Alfa Romeo Brera 2.2
23- BMW Z4 Coupé
24- AUDI Q7

Esta exposição encontra-se no salão polivalente da Escola D. Pedro Varela

22 março 2007

FOTOGRAFIAS DE ALGUNS DOS TRABALHOS EXPOSTOS E DA PLANTAÇÃO DE SOBREIROS

CLUBE NATURA
TUDO CROMÁTICO DO CANTEIRO







EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS






PLANTAÇÃO DE SOBREIROS
















EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS NA SALA DE ESTUDO



ESCOLA BÁSICA DO 2º CICLO D. PEDRO VARELA

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16 março 2007

INVERNO MAIS QUENTE DE SEMPRE NO HEMISFÉRIO NORTE

Alterações climáticas Inverno mais quente de sempre no hemisfério norte
Este Inverno é o mais quente no hemisfério norte desde que os registos das temperaturas ambientais começaram em 1880, indica um relatório hoje divulgado pelo governo norte-americano



Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos, as temperaturas combinadas do mar e da terra no hemisfério norte entre Dezembro e Fevereiro foram 0,72 graus Celsius superiores à média nesse período nos últimos 127 anos.
O relatório refere que as temperaturas globais aumentaram durante o século passado cerca de 0,06 graus por década, e que esse aumento foi três vezes maior desde 1976 (0,18 graus), tendo os maiores valores sido registados nas latitudes altas do hemisfério norte.
A maioria dos cientistas atribui o aumento das temperaturas aos gases com efeito de estufa produzidos pelas actividades industriais, os escapes dos automóveis e outros processos.
Estes gases acumulam-se na atmosfera e retêm o calor do sol, como numa estufa.
Ainda de acordo com o relatório, um dos factores que contribuiu para as temperaturas recorde deste Inverno foi o fenómeno sazonal «El Niño», que em cada fim de ano se centra nas águas do oceano Pacífico.
Esse aumento foi particularmente forte em Janeiro (o Janeiro mais quente de sempre), mas abrandou em Fevereiro porque as temperaturas oceânicas na zona do Pacífico equatorial baixaram nesse mês mais de 0,5 graus - precisa o documento
Lusa/SOL

14 março 2007

CAFÉ DA CIÊNCIA NA BIBLIOTECA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Cientistas e deputados debatem informalmente a temática da energia e alterações climáticas em torno de um café, na Biblioteca da Assembleia da República, na próxima quarta-feira, 14 de Março, às 17h 30.



O Café de Ciência é organizado pela Ciência Viva, em colaboração com a Comissão Parlamentar de Educação Ciência e Cultura, da Assembleia da República. Esta iniciativa visa promover um debate informal entre investigadores e deputados sobre um tema de grande actualidade para o público em geral e para os decisores políticos.

Participam investigadores das áreas da meteorologia e alterações climáticas, das energias renováveis e do ambiente, engenheiros e empresários destes sectores, professores do ensino básico e secundário e jornalistas, que terão assim a oportunidade de debater com os deputados alterações climáticas e políticas energéticas.

A sessão conta com a presença do Presidente da Assembleia da Republica, Jaime Gama, do ministro e do secretario de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago e Manuel Heitor, do Mmnistro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva e do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.
In Ciência Hoje

Espero que esta sessão seja difundida para que o público em geral tenha conhecimento do tema, das realizações, das propostas, das opiniões, que políticos, cientistas, professores e público têm acerca deste assunto de extrema actualidade.

11 março 2007

Alerta lançado pelo Oceanário para ajudar a combater o aquecimento global



Porque parte de todos nós e estamos no limiar do ponto de não retorno!!!


"Dez coisas a fazer"

Alerta lançado pelo Oceanário para ajudar a combater o aquecimento global:

01 - Mudar uma lâmpada - substituir uma lâmpada normal por uma lâmpada fluorescente poupa 68 kg de carbono por ano;

02 - Conduzir menos - caminhar, andar de bicicleta, partilhar o carro ou usar os transportes públicos com mais frequência. Poupará 0,5 kg de dióxido de carbono por cada 1,5 km que não conduzir!

03 - Reciclar mais - pode poupar 1000 kg de dióxido de carbono por ano reciclando apenas metade do seu desperdício caseiro;

04 - Verificar os pneus - manter os pneus do carro devidamente calibrados pode melhorar o consumo de combustível em mais de 3 %. Cada 4 litros de combustível poupado retira 9 kg de dióxido de carbono da atmosfera!

05 - Usar menos água quente - aquecer a água consome imensa energia. Usar Menos água quente instalando um chuveiro de baixa pressão poupará 160 kg de CO2 por ano e lavar a roupa em água fria ou morna poupa 230 kg por ano;

06 - Evitar produtos com muita embalagem - pode poupar 545 kg de dióxido de carbono se reduzir o lixo em 10 %;

07 - Ajustar o termostato - acertar o termostato apenas dois graus para baixo no Inverno e dois graus para cima no Verão pode poupar cerca de 900 Kg de dióxido de carbono por ano;

08 - Plantar uma árvore - uma única árvore absorve uma tonelada de dióxido de carbono durante a sua vida;

09 - Seja parte da solução - aprenda mais e torne-se activo em www.climatecrisis.net


10 - Espalhe a mensagem! - incentive a família a ver " Uma Verdade inconveniente"


Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 10 a 20 árvores, 10 000 litros de água e 5 MWh de energia. Em média, por ano, uma família gasta em papel o equivalente ao abate de seis árvores.

A protecção do ambiente deve ser uma preocupação de todos nós.


A ver:

www.climatecrisis.net

AS FOLHAS



Estou cheia de orgulho e não é para menos. A minha ex-aluna Soraia continua a desenvolver as suas aptidões para a escrita e especialmente a poesia. Como nos aproximamos dos festejos relativos à Árvore mostro-vos o poema que ela escreveu com o título "AS FOLHAS".
PARABÉNS SORAIA.



As Folhas...
Folhas de árvores belas,
De grande porte ou mais pequenas,
Castanhas, douradas e verdes,
Folhas arredondadas, bicudas e diferentes.

Folhas que dançam ao sabor do vento,
Por vezes amigo, por vezes traiçoeiro
Folhas que se entrelaçam
Como se de um abraço se tratasse.

Folhas rebeldes que fogem,
Para depressa se arrependerem
E desejarem voltar,
Para a árvore que sempre lhes deu guarida.

Folhas com que brincamos,
Que observamos
E que nos deixam a pensar,
Que gostaríamos de ser uma delas para voar.

Folhas que guardamos,
Que abandonamos,
Folhas que nem sequer sabemos que existem,
Mas que de facto estão sempre lá.

Ora estão nas árvores carregadas de frutos,
Ora no chão abandonadas e perdidas
Para sempre
Ou ainda à espera de alguém que as agarre,
Para não mais as deixar fugir.

09 março 2007

PARA OS ECO-ESTUDANTES



Para se entreterem de forma educativa o Eco-Escolas disponibiliza estas páginas:

http://www.managenergy.net/kidscorner/index.html

http://globalwarmingkids.net/

http://www.ambientesaude.pt/index.php?page=253

Divirtam-se e aprendam mais...

06 março 2007

COMO É QUE VOCÊ PODE POUPAR ENERGIA?




As alterações climáticas são um problema global e, no entanto, cada um de nós pode fazer a diferença. Mesmo as mais pequenas alterações na nossa rotina diária podem ajudar a evitar as emissões de gases de efeito de estufa sem afectar a nossa qualidade de vida. Na realidade, podem até representar uma poupança de dinheiro.

Visite: este lugar

ALEMANHA ENTERRA DIÓXIDO DE CARBONO



Alemanha enterra dióxido de carbono
2007-03-05


Gunter Borm coordena o projecto
Uma equipa internacional de cientistas vai testar na Alemanha a viabilidade do enterramento a grande profundidade do dióxido de carbono (C02), em alternativa à sua libertação para a atmosfera, onde contribui para as alterações climáticas. A experiência, em grande escala, começou já em Ketzin, localidade da ex-RDA situada a 40 quilómetros de Berlim, com a realização de perfurações no solo até atingir, a 800 metros de profundidade, um aquífero de água salgada.

A partir do Verão, e durante dois anos, os cientistas contam injectar na zona cerca de 60.000 toneladas de C02 puro transportadas em camiões-cisternas. "Vamos equipar o local com todo o género de sensores para verificar a perenidade daquele tipo de depósito", explicou Gunter Borm, professor do Centro de Investigação da Terra de Potsdam, nos arredores de Berlim, que coordena o projecto. "Não há perigo nenhum: o local escolhido é muito estável e o gás que vamos injectar é igual ao que se usa para gaseificar a gasosa", sublinhou.

O projecto - orçado em 35 milhões de euros co-financiados pela União Europeia, Alemanha, França, universidades e empresas europeias - visa verificar a exequibilidade do "depósito geológico" do C02, o principal gás responsável pelo efeito de estufa.

Se a técnica for aplicada à escala industrial, o gás enterrado será previamente captado nos locais onde é produzido em maior concentração, como as cimenteiras, as siderurgias ou as centrais térmicas de electricidade, através de técnicas ainda experimentais. A tecnologia de enterramento do C02 foi já testada em vários países, em condições diferentes, nomeadamente em fundos marinhos ao largo da Noruega e da Austrália, jazidas de petróleo no Texas ou veios de carvão na Polónia.

Em Katzin, a equipa de cientistas alemães, britânicos, franceses, polacos e escandinavos vai injectar o gás num aquífero salino profundo, sem contacto com os lençóis freáticos. O problema é que a técnica, embora ainda por aperfeiçoar, custa pelo menos 40 euros por tonelada de CO2 enterrado, quando no mercado europeu do carbono as empresas que esgotam as suas quotas de emissão pagam menos de dois euros por tonelada para se verem livres da poluição que provocam.

A experiência está já ser criticada por alguns ecologistas como Matthias Seiche, da Federação Alemã para o Ambiente e a protecção da Natureza (BUND), para quem "o enorme investimento seria melhor aplicado no desenvolvimento de energias renováveis".
Na perspectiva da Greenpeace, a experiência não impedirá que se continue a utilizar maciçamente as energias fósseis".
In Ciência Hoje






02 março 2007

AS COISAS BOAS DA NOSSA ESCOLA

Na nossa Escola faz-se magia. Há ainda alunos e professores que aderem a projectos que animam o dia a dia, que fazem acontecer "a festa na escola", que conseguem contribuir para a formação de verdadeiros cidadãos e que dando o seu exemplo motivam outros, e mais outros a seguirem o exemplo.
A Horta Escolar dá os seus primeiros produtos graças ao empenho de muitos alunos e da professora Fátima Baião. A produção esgota-se rapidamente. Professores, alunos e encarregados de educação têm já as suas encomendas (o que significa que a mensagem seguiu para além dos portões da Escola). A professora encarrega-se de anunciar previamente o dia do "mercado" e quais os legumes e frutos a disponibilizar. Parabéns a estes alunos e a esta professora pelo seu empenho e pelo carinho e zelo com que cuidam da Horta.
Também os professores Virgínia e Assunção (professores de EVT) mostram que os seus alunos aprendem a fazer coisas úteis. Os caderninhos estavam lindos, muito bem feitos e com muita imaginação. Não chegaram para a procura. Parabéns também a estes professores e aos seus alunos.
Quando o currículo é acompanhado de actividades que os alunos gostam, é com prazer que todos estão na Escola.
É NECESSÁRIO GOSTAR E FAZER COM GOSTO. É NECESSÁRIO FAZER PASSAR A MENSAGEM. É NECESSÁRIO DIVULGAR.