NÃO É PROVOCAÇÃO 
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A imagem é e não é uma provocação. A cidade não tem transportes ferroviários (nem comboio, nem metropolitano). Sob este aspecto é uma provocação. Logo esta se desvanece quando pensamos na extensão actual e na planura das vias e acessos da cidade. A tal não obriga. Pensemos no futuro a médio prazo. Quando a cidade se estender para outras zonas do concelho, atravessando mesmo outros concelhos, teremos ao nosso dispor que tipo de transportes? Será um assunto a pensar com a devida antecedência, caso contrário ver-nos-emos confrontados com os recursos mais fáceis, mas mais poluentes, os veículos motorizados.
A cidade é plana, propícia ao uso da bicicleta, as ciclovias começam a existir, mas as mentalidades não mudaram. Aliás ainda não entendi muito bem se são ciclovias ou pedovias. Há diferenças no seu uso e regras bem diferentes. Não podem ter uma utilização bivalente.
Como fazer? Porque não "copiar" o que já exite de bom noutras cidades do país e da europa.
A Holanda é um exemplo, talvez resultante de uma necessidade de excesso populacional em algumas cidades. Aí existem pedovias e ciclovias e quando coexistem há regras para a sua utilização.
Nas Universidades não se vêem os estudantes a chegarem às aulas de carro, mas sim de bicicleta e muito menos nas escolas secundárias.
Por cá, continuamos alegremente a utilizar as viaturas para chegar ao destino. Será por hábito ou falta de alternativa?
Na Escola Básica do 2º Ciclo D. Pedro Varela vamos tratar este tema, aliás tema do ano no Programa Eco-Escolas. Quem sabe se os nossos alunos terão uma solução para o assunto?
A ver vamos, mas qualquer sugestão é sempre bem aceite por quem queira registar o seu comentário neste blog.