O QUÊ? COMO? PARA QUEM?
Uma das evidências de sempre é que os bens são escassos e por isso temos o dever de os utilizar de forma eficiente. O mesmo acontece com a Terra, um bem que parecia inesgotável, mas que por ter sido utilizado de forma ineficiente se virou contra nós ameaçando o nosso futuro a mais curto prazo do que esperávamos. Gostaria de poder aceitar e acreditar nas fases cíclicas dos acontecimentos, mas infelizmente verifico demasiada rapidez na mudança, o que me leva a crer que não haverá alternância pacífica para um novo ciclo.
Em qualquer sociedade nada acontece sem que previamente se saiba o quê, como e para quem. Acontece o mesmo numa sociedade dita "ambientalista". Preocupações com o que vai acontecer, como vai acontecer e quem vai sofrer ou beneficiar das mudanças. A informação, parte primeira do conhecimento é o motor das decisões que afectarão ou não o bem estar social, económico e ambiental da sociedade. Acontece que nem sempre a sociedade tem apetência pela informação, deixando ao acaso o que possa vir a acontecer. Nesta situação o quê, como e para quem deixa de ter sentido, entramos numa era de laisser-faire ou de auto-regulação, esperando que uma "entidade superior" tome conta de nós. Esperemos que este custo de oportunidade não seja demasiado elevado, tendo em conta o valor do bem de que estamos a prescindir.
Não sou fanaticamente ambientalista, apenas me preocupo em analisar o que me parece evidente, tendo a cautela de ouvir quem não partilha das informações massivamente evidenciadas, contudo, perturba-me um pouco quem não quer sequer conhecer um pouco mais, mostrando um comportamento antagónico quando blasfema contra as intempéries e os prejuízos que daí advêm. E só o faz quando esses prejuízos lhe entram no bolso.
Começo a reforçar a vontade de partilhar com os jovens estas preocupações ambientais de forma pacífica, não alarmista, mas realista, já que a geração que me acompanha anda demasiado atarefada com papéis e outras "coisas", que mais não são, e que por isso são efémeras.
Talvez uma abordagem menos institucional, mais pontual e informal possa ser melhor entendida.
Como está, neste momento, não creio que leve a utilizarmos os escassos recursos da forma mais eficiente e assim nunca conseguiremos a eficácia pretendida.
O panorama é escuro como a fotografia, prenúncio de tempestade.
Em qualquer sociedade nada acontece sem que previamente se saiba o quê, como e para quem. Acontece o mesmo numa sociedade dita "ambientalista". Preocupações com o que vai acontecer, como vai acontecer e quem vai sofrer ou beneficiar das mudanças. A informação, parte primeira do conhecimento é o motor das decisões que afectarão ou não o bem estar social, económico e ambiental da sociedade. Acontece que nem sempre a sociedade tem apetência pela informação, deixando ao acaso o que possa vir a acontecer. Nesta situação o quê, como e para quem deixa de ter sentido, entramos numa era de laisser-faire ou de auto-regulação, esperando que uma "entidade superior" tome conta de nós. Esperemos que este custo de oportunidade não seja demasiado elevado, tendo em conta o valor do bem de que estamos a prescindir.
Não sou fanaticamente ambientalista, apenas me preocupo em analisar o que me parece evidente, tendo a cautela de ouvir quem não partilha das informações massivamente evidenciadas, contudo, perturba-me um pouco quem não quer sequer conhecer um pouco mais, mostrando um comportamento antagónico quando blasfema contra as intempéries e os prejuízos que daí advêm. E só o faz quando esses prejuízos lhe entram no bolso.
Começo a reforçar a vontade de partilhar com os jovens estas preocupações ambientais de forma pacífica, não alarmista, mas realista, já que a geração que me acompanha anda demasiado atarefada com papéis e outras "coisas", que mais não são, e que por isso são efémeras.
Talvez uma abordagem menos institucional, mais pontual e informal possa ser melhor entendida.
Como está, neste momento, não creio que leve a utilizarmos os escassos recursos da forma mais eficiente e assim nunca conseguiremos a eficácia pretendida.
O panorama é escuro como a fotografia, prenúncio de tempestade.


2 Comments:
Às vezes também me pergunto sobre o que será daqui adiante, do que será deste mundo daqui a uns anos, anos esses que não estão assim tão longe quanto isso. É triste saber que no futuro se avisinha um amargo desfecho e que mesmo assim existem pessoas que nem sequer se dão ao trabalho de pensar em melhorar para esse desfecho não acontecer tão rapidamente.
Beijinhos
Teresa, mesmo que eu não quisesse preocupar-me só mesmo com grande escudo de insensibilidade. A Natureza vai avisando. Cabe-nos "ler" esses avisos. Esperemos que não seja tarde demais. Um beijinho! Até amanhã! Mada
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